“Oi Richard! Sabe o que fica incompreensível para mim( e talvez alguém saiba explicar), é porque o Tribunal de Justiça é tão bom em desenvolver projetos eficazes (projetos estes que só tem bons resultados com esforço conjuntos entre juízes e servidores), bem como levantar a bandeira da SOLIDARIEDADE, como é feito através da OVJ, numa atitude muito nobre e sincera de preocupação com o próximo, e não ter a capacidade de olhar para dentro da própria casa.
Eu posso fazer uma comparação bem simplória: é como se eu fosse para a rua distribuir pão aos famintos e deixasse meus próprios filhos com fome.
Tá, tem trabalhador que vive com muito menos do que nós, não vamos ser hipócritas, mas esse salário que queremos nós conquistamos o direito de tê-lo através de um concurso bem chatinho e cheio de exigências. Daí que surge uma luz no fim do tunel, a tal da Lei 16.893, que só foi boa mesmo para a gente conseguir o que nos era negado inexplicavel e cruelmente, o direito à relotação, porque o resto dos benefícios relevantes foi simplesmente ignorado, caiu no esquecimento. E lá se vão quase dois anos.
Nós, os servidores, também apoiamos e achamos válidos os projetos do TJ, somos também entusiastas e não um bando de anarquistas querendo somente fazer de conta que trabalha com um paletó dependurando no encosto da cadeira, mas que o nosso empregador pare de olhar só para a mídia e olhe um pouco para a própria casa.
Ou será que algum gestor acha que a simples sensação de dever cumprido e as baixas taxas de congestionamento processual põem alimentação, saúde e lazer na nossa vida?
Aceito contraditório.”
(Claudiene Finotti, em comentário enviado ao blog)






















