“Merece destaque o importante papel da juíza na apreciação da causa. Em situações corriqueiras, João Guilherme estaria ainda amargando uma prisão, sabe-se lá com que objetivos, pelo menos até 2010. Teve a sorte de ser julgado por uma magistrada sensível que viu naquele réu não apenas o agente de um crime de tráfico e formação de quadrilha, mas também uma vítima dos sistema hipócrita que leva tantas pessoas a trilharem os mesmos caminhos de João Estrella.
A juíza não só apostou na recuperação de João como foi visitá-lo na prisão. Raridade que deveria inspirar todos os magistrados que condenam pessoas a cumprirem pena por haverem descumprido normas legais em estabelecimentos que fazem letra morta da Lei de Execuções Penais em vigor desde 1984. A visita aos estabelecimentos de cumprimento de pena deveria ser obrigatória a todos os magistrados.”
Foi o que disse o desembargador Siro Darlan, ao comentar o filme “Meu Nome Não É Johnny” em artigo publicado no JORNAL DO BRASIL, edição deste domingo. Leia a íntegra aqui.





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