Meu pai (já falecido) dizia que os filhos, sim, deveriam ganhar presente no Dia dos Pais, e não os pais. A lógica era a seguinte: não há pai se não houver filho. E se são os filhos que dão ao homem o status de pai, então, a eles – os filhos – o presente.
No aniversário dos filhos o raciocínio seguia a mesma lógica. Não há filho se não houver pai e mãe. E se assim é, pai e mãe deveriam ser presenteados quando os filhos comemoram aniversário.
Essa lógica tinha uma explicação. Segundo ele, um existe em função do outro.
Faz sentido. Hoje, principalmente!





