E já que hoje é sábado, deixo aqui um vídeo com a interpretação da música “Abafa o Caso”, na voz de Bruno, Marrone e Alexandre Pires.
Enquanto isso, o Café está sendo torrado. Depois de moído, estará pronto para ser servido novamente.
E já que hoje é sábado, deixo aqui um vídeo com a interpretação da música “Abafa o Caso”, na voz de Bruno, Marrone e Alexandre Pires.
Enquanto isso, o Café está sendo torrado. Depois de moído, estará pronto para ser servido novamente.
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Deu no Blog do Promotor:
A revista Consultor Jurídico publicou matéria – sob o título “População confia mais em promotores que em juízes” – sobre uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, apresentada pelo Conselheiro Joaquim Falcão, do CNJ. De acordo com a pesquisa, em matéria de credibilidade e confiança, o Ministério Público perde apenas para as Forças Armadas, Escola, Polícia Federal e Igreja Católica. Mas tem mais credibilidade que a imprensa, Sindicato de trabalhadores, Governo Federal e Poder Judiciário.
Leia a íntegra da matéria, assinada pela jornalista Marina Ito.
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O método é simples. Consiste em colocar todos os candidatos num galpão e disponibilizar 200 tijolos para cada um. Importante: não dê orientação alguma sobre o que fazer. Em seguida, tranque-os lá e, após seis horas, volte e verifique o que fizeram.
Abaixo, a análise dos resultados.
1 – Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.
2 – Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.
3 – Os que espalharam os tijolos e os classificaram pela forma e propriedades físicas são engenheiros.
4 – Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação e Controle de Produção.
5 – Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em operações.
6 – Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
7 – Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.
8 – Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos Recursos Humanos.
9 – Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque, mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.
10 – Os que já tiverem saído, são gerentes.
11 – Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.
12 – Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Diretoria.
13 – Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing.
14 – Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são do Departamento Jurídico.
15 – Os que reclamarem que os tijolos ‘estão uma merda, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas’, coloque na Qualidade.
16 – Os que estiverem chamando os demais de ‘companheiros’, elimine imediatamente antes que criem um sindicato.
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Tirei a tarde de ontem para visitar o último dia da Flipiri – Feira Literária de Pirenópolis. Cheguei minutos antes do escritor Hermes Bernardi Júnior (de barba) apresentar a peça “O Rinoceronte”.
Dos vários registros fotográficos que fiz, resolvi trazer pra cá esses quatro que você vê acima, para mostrar como é fácil, com pouco, fazer muito pela infância de crianças que quase sempre não gozam de oportunidades culturais.
Ano passado, doei para o TJGO mais de uma centena de exemplares de gibis que me foram cedidos – a custo zero – pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Não era um gibi qualquer. Tratava-se de uma produção especial do artista Ziraldo, com o Menino Maluquinho explicando o Estatuto da Criança e do Adolescente em linguagem bem acessível, própria para crianças.
Minha intenção era oferecer um instrumento que pudesse servir à realização de rodas de leitura aos filhos e filhas dos funcionários que cuidam da limpeza e higiene do Tribunal. A iniciativa, apesar de simples, visava à cidadania de gente pequena que sonha em ser cidadão no sentido pleno da palavra.
Fiquei na intenção. Os gibis, também. Provavelmente, estão ocupando algum armário que não sabe o que é cultura, nem cidadania.
Na Flipiri, conversei com o escritor Ignácio Loyola (o senhor que aparece cumprimentando Hermes). Ele, que ano passado ganhou o prêmio Jabuti – um dos mais importantes da literatura brasileira – falou comigo sobre cultura e cidadania.
Sem que soubesse do que aqui narrei, ele me disse:
“Quando se quer fazer algo [em benefício da cultura e da cidadania de pessoas humildes], o primeiro passo é fazer.”
Eu, crente que sou nas lições oferecidas em cada instante da vida, aprendi mais essa!
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Jornal FOLHA DE S. PAULO, edição deste sábado:
“O Ministério Público de Mato Grosso protocolou ação de improbidade administrativa contra dois desembargadores e um juiz acusados de envolvimento em suposto esquema que desviou R$ 1.098.347,97 em verbas do Tribunal de Justiça do Estado, entre dezembro de 2004 e fevereiro de 2005.
Segundo a Promotoria, José Ferreira Leite e José Tadeu Cury -então o presidente e o vice do TJ-, além do juiz auxiliar da presidência, Marcelo Souza de Barros, comandaram operação de pagamentos irregulares em benefício próprio e de outros magistrados.
A ação tem como base um relatório de investigação criminal feito pela corregedoria. Além de “enriquecimento ilícito”, a Promotoria diz haver “provas categóricas” de que parte das verbas foi usada para cobrir um rombo causado pela quebra de uma cooperativa de crédito conveniada à maçonaria.
“Restou evidenciada a atuação desses dois magistrados [Leite e Barros], numa operação de socorro financeiro à pessoa jurídica de direito privado Grande Oriente [representação maçônica]“, diz a ação.
Presidente do TJ de 2003 a 2005, Leite acumulava desde aquela época a função de grão-mestre da entidade. Sob sua orientação, 160 maçons depositaram suas economias na Cooperativa de Crédito Rural do Pantanal, que foi fechada pelo Banco Central em 2004 por indícios de irregularidades e falta de liquidez. Com isso, os maçons viram sumir R$ 1,4 milhão em depósitos. “Alguém teve a luminosa ideia de buscar recursos da fonte do Tribunal de Justiça por meio de pagamentos de créditos aos seus magistrados, maçônicos ou não”, diz o relatório.
Em janeiro de 2005, diz a corregedoria, Leite recebeu indevidamente créditos de R$ 314 mil, assim como os repassados a Barros (R$ 255.306) e Cury (R$ 120.989). Duas juízas disseram à corregedoria terem sido convencidas a emprestar parte dos créditos recebidos “para resolver a situação financeira da maçonaria”.
A Promotoria pede que os três percam cargos e direitos políticos e devolvam os valores supostamente desviados.”
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Na última quarta-feira, So-fia (sô fia do meu pai) deu sinais de que o ar estava muito pesado em Goiânia. Isso se repetiu na quinta-feira. Não havia canto pra ela. Seu temperamento era instável. Ora inquieta, outrora quieta demais.
Em alguns momentos, parecia sentir o chão tremer. Na escala Richter, algo em torno de 4,3 graus. O nível era de alerta.
Decidi seguir o conselho de So-fia. Zarpamos para Pirenópolis nesta sexta-feira. Intuição canina (que é diferente de instinto) é algo que não deve ser deixado de lado, nem por mim, nem pelo blog.
Cá estamos desde às 16h05. O tempo por aqui não assombra So-fia. O clima é de paz, muita paz. As fotos comprovam o fato.
O QG do blog, portanto, estará sediado em Piri neste final de semana.
Mesmo assim, o GPS do Café continua ligado.
O de So-fia, idem, apesar de ter um olho só.
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Deu no jornal O ESTADO DE S. PAULO, edição de hoje:
“O Supremo Tribunal Federal pressiona o Congresso a reajustar os salários dos ministros da Corte dos atuais R$ 24.500 para R$ 27.716, o que representaria um reajuste de 13,12%. Os gastos extras com o aumento – que provocaria efeito cascata em toda a magistratura federal – já foram até incluídos no Orçamento da União deste ano. O subsídio de ministro do Supremo é o teto da remuneração de todo o setor público brasileiro, uma vez que nenhum servidor pode ganhar mais do que esse valor.
Se aprovado no Congresso, o reajuste da magistratura federal representará um gasto adicional de R$ 347 milhões. O Ministério Público da União também tem previsão de aumento no Orçamento de 2009, no valor de R$ 129 milhões. Juntos, STF, Justiça Federal e Ministério Público terão R$ 476 milhões para reajustes salariais neste ano.”
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Muitos consideram a data de hoje como sendo dia de azar. Superstição ou não, o mito existe porque numa sexta-feira 13, no ano de 1307, o Papa Clemente V ordenou a perseguição dos cavaleiros templários acusados falsamente de hereges, provocando um verdadeiro massacre.
Perseguições, massacres e acusações falsas. Por prudência, melhor não comentar esses assuntos num dia como esse. Falar sobre gato preto então, nem pensar.
Melhor lembrar dos Ministérios Públicos Estaduais.
Hoje, dia 13, é dia deles, também.
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A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgou ontem o resultado da 1ª Pesquisa sobre Condições de Trabalho dos Juízes. O material está dividido em tópicos, com números e gráficos distribuídos em 55 slides (confira aqui) .
Os dados acendem o alerta S.O.S. Judiciário.Em algumas regiões, juiz tem que ser ninja.
Parece brincadeira, mas não é não!
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Dos quatro estacionamentos privativos do TJGO, o que faz esquina com a Rua 1 e Av. Assis Chateaubriand, no Setor Oeste, continua sendo um desafio à paciência dos servidores, motoristas e pedestres que trafegam naquelas imediações.
O problema é antigo. A própria administração do Tribunal sabe o tamanho desse pepino. Na diagnose realizada pela gestão anterior, quando da elaboração do Plano Estratégico 2007/2009, estacionamento foi um dos temas campões de reclamação.
De lá pra cá, nada ainda foi feito.
Enquanto isso, funcionários da Justiça se especializam em infrações de trânsito, a exemplo dessa fila dupla que você vê nas fotos acima, feitas ontem, por volta das 13 horas.
A cena certamente vai se repetir nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, dia em que se comemora 150 anos da aparição de Nossa Senhora de Lourdes.
Roguemos a ela, pois, paciência sobre rodas.
Ah, e se não for pedir demais, sabedoria aos homens de boa vontade!
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So-fia (que quer dizer: “sô fia do meu pai”) está chateada comigo. Chateada mesmo! Nas fotos acima, feitas mais ou menos meia hora atrás, ela me procurava para brincarmos de “xereta”.
Disse a ela que não seria possível. Não pelo adiantado da hora, mas porque não queria ser interrompido enquanto não terminasse a leitura de um “dossiê de leis” que justifica a atual situação de comando da Diretoria Geral do TJGO.
So-fia insistiu. Avançou alguns passos. Quando pronunciei o comando N-Ã-O, emburrou. Emburrou, não. Ela não é um burro. Encachorrou!
Até que tentei amenizar a situação, explicando pra ela que a culpa era de uma tal Margareth.
Para os leitores, explico também. Margareth vem fazendo uso do espaço de comentários deste blog, para entoar desafios e provocações em posts publicados aqui recentemente, nos quais menciono Stenius Bastos Lacerda, atual Diretor Geral do Tribunal de Justiça.
No dia 03/02, ela comentou:
“Mas vem cá … Não é preciso ter graduação em Direito ??!! Vide REGIMENTO INTERNO DO TJGO – ART. 51 § 1º. DIZEM AS “BOAS LÍNGUAS” que nosso diretor geral é graduado em Administração … CONFIRME ISSO … E COLOCA A INFORMAÇÃO AÍ PRA GENTE … CONTAMOS COM SUA COLABORAÇÃO E CURIOSIDADE.”
No embalo dessa dúvida, vieram também as leitoras “Paola” e “Lívia”.
Depois disso, veio novamente Margareth, anteontem, com outro comentário, desta vez cutucando o blogueiro:
“Cabe a vc só nos passar a informação… Poupe-nos do que acha certo … (sem puxa-saquismo, meu caro). Administrador ou bacharel em Direito?! Claro que é preciso conhecer “direito” para ser o diretor do TJGO … Afinal, o que cabe a este poder é a função jurisdicional … Por favor … Esqueçamos um pouco a área “meio”… Estamos precisando nos ater à área fim …”
Recomendei ao moderador de comentários que abrisse alas para que a “dama da noite” (nick que Margareth usou nos e-mails) pudesse passar. Ela passou a primeira vez, passou a segunda e continuou passando.
Agora, não mais.
Margareth não sabe o que perguntar. Talvez, por isto, não sabe qual resposta quer. De onde ela tirou a idéia de que eu, na condição de blogueiro, sou obrigado a dar informação sem manifestar minha opinião?
Lamento, mas não vou ocupar novamente o meu tempo para explicar, pela enésima vez, que não sou jornalista. E sobre o que é este blog, melhor ler o que está pendurado no menu que aparece no topo desta página “Sobre o Blog”.
Prefiro ir direto ao ponto, para esclarecer a dúvida de Margareth e de outros que porventura não compreenderam como foi possível uma pessoa formada em Administração ocupar a cadeira de Diretor Geral do Tribunal sem ser graduado em Direito.
Simples. Quer ver?
O art. 51 do Regimento Interno do TJGO, em seu § 1º, diz que a Diretoria Geral deve ser dirigida por alguém graduado em Direito, nomeado em comissão pelo Presidente, nos termos da lei.
Tá. Mas qual Lei? Lei Estadual 10871/1989 que, em seu artigo 30, diz que os cargos de comissão de Diretor Geral – e tantos outros ali descritos – só podem ser exercidos por graduados em Direito.
Até aí, Margareth e Cia. Ltda. teriam razão se, de alguma forma, tivessem o poder legiferante de exterminar a Lei 15.224/2005 que, em seu art. 6º, inciso V, revogou a Lei 1o.871/1989, exceto quanto ao disposto no art. 29.
Portanto, fica fácil entender que revogado está o art. 30 da Lei 10871/89, já que a única exceção expressa na lei 15.224/2005 recaiu sobre o art. 29. Em sendo assim, desde o dia 12 de julho de 2005, data em que a Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado, inexiste obrigatoriedade da graduação em Direito para ocupação do cargo de Diretor Geral do TJGO.
Está desfeito o mito. Como disse, simples. Muito simples.
Mesmo assim, em caso de dúvida ou qualquer outra modalidade de “apoucamento mental” sobre o que aqui se apresenta, deixo o “dossiê” contendo todas as normas aqui mencionadas à disposição de Margareth, Lívia, Paola e a quem mais interessar possa.
E prova de que a oferta não é um blefe, deixo também a foto abaixo para servir de aperitivo à leitura.
Quanto ao adjetivo de puxa-saco, já avisei ao moderador de comentários para abrir novamente as alas para a “dama da noite”, na esperança de que ela explique as razões desse seu desatino.
Com a devida vênia, agora vou brincar com So-fia.
A “xereta” vai começar.
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Já está no ar, desde às 00:00 horas desta segunda-feira, a nova versão do site da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás, na internet.
Opinião minha, um dos melhores projetos visual e gráfico de portais institucionais desse tipo de Associação.
Suspeito que sou, vá lá você mesmo e confira. O endereço é www.asmego.org.br.
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Olha só o rascunho da emenda regimental que anda circulando entre os ministros do STF:
“Nenhum ministro é obrigado a receber parte ou advogado, senão na presença do advogado da parte contrária, ou, quando seja o caso, do representante do Ministério Público”.
Indo para a Comissão de Regimento Interno do Supremo, seis votos favoráveis são suficientes para a aprovação.
Pelo visto, vai ser fichinha. Já circula na internet que a iniciativa tem o apoio dos ministros Cezar Peluso, Eros Grau, Joaquim Barbosa, Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Carlos Britto.
Precisa mais ???
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Nesse finalzinho de tarde, saindo da Revistaria Globo (T-63), depois de mergulhar numa porção de boas e más notícias publicadas pelas revistas que chegaram às bancas neste final de semana, topei com esse belo arco-iris aí que você está vendo.
Uns preferem chamar de arco-celeste, arco-da-aliança, arco-da-chuva e até arco-da-velha esse espetáculo da natureza.
Não importa. De um jeito ou de outro, mais um domingo se vai.
Amanhã, baita segundona, é dia de retomar o batente.
Meu dia preferido!
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